Sorteio do livro "A Ameaça Pagã"
O livro “A ameaça pagã”, escrito pelo Dr. Peter Jones, professor no Westminster Seminary da Califórnia, foi-nos presenteado para ser sorteado.
Argumentum ad Religiosum
Cresce o uso de uma nova falácia. Aquela que busca invalidar a posição de um adversário devido à sua religião.
A Guerra Global Contra os Cristãos no Mundo Muçulmano - Ayaan Hirsi Ali
Ayaan Hirsi Ali, autora de 'Infiel', retrata o perigo que sofrem as minorias religiosas em países de maioria muçulmana.
O Jesus dos Evangelhos: Mito ou Realidade?
Resenha do debate entre William L. Craig e John Dominic Crossan

Estou cansado! - Robert Hall
Neste artigo o veterano da marinha americana Robert Hall desabafa sobre o atual estado de coisas da cultura e política norteamericana.
A Esquerda e o Prenúncio de um Embate com os Evangélicos
A esquerda tem se preparado para um embate com os evangélicos. O Ministro Gilberto Carvalho (PT) já alertou quanto à "ameaça" evangélica. Agora, em certo blog, deparo-me com um texto onde a rivalidade com os evangélicos é mais uma vez incitada.
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
C.S.Lewis fala sobre a criação
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
John Piper - Teologia da Prosperidade (legendado)
Como disse John Piper, isso é o que devemos sentir em relação à teologia e aos teólogos da prosperidade - ÓDIO! Àqueles que distorcem as Escrituas de forma sórdida - O MEU ÓDIO!
terça-feira, 20 de novembro de 2007
ISAÍAS 45:7 - Deus é o autor do mal?
SOLUÇÃO: A Bíblia é clara ao dizer que Deus é moralmente perfeito (cf. Dt32.4; Mt 5:48), e que lhe é impossível pecar (Hb 6.18). Ao mesmo tempo, sua absoluta justiça exige que ele puna o pecado. Este juízo assume ambas as formas: temporal e eterna (Mt 25:41; Ap 20.11-15).
Na Sua forma temporal, a execução da justiça de Deus às vezes é chamada de "mal", porque parece ser um mal aos que estão sujeitos a ela (cf. Hb12.11). Entretanto, a palavra hebraica correspondente a mal (rá) empregada no texto nem sempre tem o sentido moral. De fato, contexto mostra que ela deveria ser traduzida como "calamidade" ou "desgraça", como algumas versões o fazem (por exemplo a BJ). Assim, se diz que Deus é o autor do "mal" neste sentido, mas não no sentido moral - pelo menos não da forma direta.
Além disso, há um sentido indireto no qual Deus é o autor do mal em seu sentido moral. Deus criou seres morais com livre escolha, e a livre escolha é a origem do mal de ordem moral no universo. Assim, em última instância Deus é respnsável por fazer criaturas morais, que são responsáveis pelo mal da ordem moral. Deus tornou o mal possível ao criar criaturas livres, mas estas em sua liberdade fizeram com que o mal se tornasse real. É claro que a possibilidade do mal (i.e., a livre escolha) é em si mesma uma boa coisa.
Portanto, Deus criou apenas boas coisas, uma das quais foi o poder da livre escolha, e as criaturas morais é que produziram o mal. Entretanto, Deus é o autor de um universo moral, e neste sentido indireto, ele, em última instância, é o autor da possibilidade do mal. É claro, Deus apenas permitiu o mal, jamais o promoveu, e por fim irá produzir um bem maior através dele (cf. Gn 50.20; Ap 21-22).
A relação de Deus com o mal pode ser resumida da seguinte maneira:
DEUS NÃO É O AUTOR DO MAL:
- No sentido do pecado
- Mal de ordem moral
- Perversidade
- Diretamente
- Concretização do mal
DEUS É O AUTOR DO MAL:
- No sentido de calamidade
- Mal de ordem não moral
- Pragas
- Indiretamente
- Possibilidade do mal
fonte: Manual de Dúvidas Enigmas e Contradições da Bíblia - Norman Geisler & Thomas Howe
domingo, 18 de novembro de 2007
Dawkins, uma confusão - Alvin Plantinga (Tradução)
Já que nesses dias não tem me ocorrido nenhuma nova idéia para colocar no papel, e para não deixar o blog às moscas, estou trabalhando na tradução de um artigo do conceituado filósofo Alvin Plantinga. O artigo se chama "The Dawkins Confusion" sobre o livro Deus, um Delírio de Richard Dawkins, até o final da semana o artigo será postado.
Aguardem...
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Eu li Sua Igreja Está Preparada? de Ravi Zacharias & Norman Geisler
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Dinesh D'Souza vs. Christopher Hitchens "Is Christianity The Problem?"
http://www.youtube.com/watch?v=l-NduvegITQ&feature=related
O vídeo do debate está dividido em diversas partes, essa é a primeira, as seguintes você encontra na aba "Related Videos"
Não deixem de comentar sobre o debate!
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
O Louvor Como Evangelismo
Há alguns anos, dois ou três de meus colegas e eu estávamos em um o país dominado pelo marxismo durante décadas. Antes de começarmos nossos cultos, fomos convidados para um jantar, por intermédio de alguns amigos em comum, dos quais todos eram céticos e, por objetivos práticos, ateus. A noite foi repleta de questões propostas principalmente por um que era um notável teórico naturalista. Também surgiram perguntas de outros que representavam diferentes elementos de poder naquela sociedade. No decorrer daquela noite, tivemos a sensação de que as perguntas tinham ido longe demais, e e que talvez estivéssemos andando em círculos.
Nesse momento, perguntei se podíamos fazer uma oração por eles e pelo país antes de nos despedirmos. Houve um silêncio de consternação, uma hesitação evidente, e então alguém disse: "É claro". Fizemos apenas isso - oramos. Naquela grande sala de jantar, de importância histórica para eles, com todas as lembranças de poder secular afixadas nas paredes, a oração trouxe um silêncio sensato e um reconhecimento de que estávamos na presença de alguém maior do que nós. Quando terminamos, todos os olhos estavam úmidos e nenhuma palvra foi pronunciada. Ele nos abraçaram e nos agradeceram como uma emoção estampada em seus rostos. No dia seguinte, quando nos encontramos, um deles me disse: "Não fomos para nossos quartos na noite passada até que amanheceu. Na verdade, fiquei no saquão do hotel a maior parte da noite conversando. Então voltei para o meu quarto e entreguei minha vida a Jesus Cristo".
Tenho plena certeza de que foi a oração que lhes deu uma dica sobre o que é o louvor. Seus corações nunca haviam experimentado isso. Ao longo dos anos descobri que orar com as pessoas algumas vezes pode fazer mais por elas do que uma pregação. A oração afasta o coração de uma pessoa da dependência de si mesma e a coloca em uma posição de confiar no Deus soberano. Muitas vezes, o peso é tirado instantaneamente. A oração é apenas um aspecto do louvor, mas é muito negligenciado diante das pessoas que ficariam chocadas ao ouvir que orar é semelhante a uma pessoa que sabe como tocar o coração de Deus. Para uma pessoa necessitada, respostas ensaiadas não transformam a mente; a oração sim."